13 de fev de 2009

Sr. José - Anfitrião do Culto à Ciência

Há poucos dias, tive a oportunidade de conhecer o Colégio Culto à Ciência de Campinas. Ao passar pelo portão pude contemplar um conjunto de árvores frondosas, dentre elas um Jatobá de 90 anos que foi homenageado com uma plaqueta comemorativa.
Ao perguntar sobre a história do colégio ao funcionário que passava, Sr. José, ele me mostrou outras árvores incluindo pau-brasil. Depois, num gesto cordial, me convidou a olhar a reforma que acontecia no prédio, quando pude conhecer o interior da construção que remonta ao Séc. XIX. Deu uma "aula" sobre a história desde a época da chamada Sociedade Culto à Ciência.
Ele discorreu sobre os ilustres que ali estudaram, dentre eles, Santos Dumont, o poeta Guilherme de Campos, além, de intelectuais e empreendedores como Júlio de Mesquita, Omar Landi, ex-prefeitos, deputados, diplomatas, cientistas e artistas, entre eles os populares Carlos Zara, Airton Rodrigues, Walter Foster, Regina Duarte e Fausto Silva.

Alberto Santos Dumont; ele está sentado no chão, com o tronco torto e é o último do canto direito. Ele fez 3º. ano e parte do 4º ano primário.
(Veja no destaque abaixo)


Na rara foto acima, o aluno ao centro

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9 de fev de 2009

SAKURÁ - Cerejeiras no Circulo Militar de Campinas

Texto do associado Arlindo Borba de Oliveira:

"Prezados senhores componentes da Direção do CMC de Campinas, senhores e senhoras presentes.

Assumo dirigir-vos algumas breves palavras a fim de esclarecer alguns pontos referentes a esta cerimônia em homenagem ao centenário da imigração japonesa no Brasil, e que tem sido tão auspiciosa desde o início.

Preciso explicar-lhes porque me arvoro a este papel. Partiu de mim a idéia de ter no clube um recanto japonês com o seu símbolo, que é o mesmo da felicidade, os sakurás. Tão logo apresentei a D. Regina Célia Moraes Barros, esposa do Presidente Executivo do clube, foi aceita imediatamente e implementada com a idéia desta homenagem à colônia japonesa, tão oportuna.

A idéia me ocorreu porque estou muito ligado ao Japão e à sua cultura. Sou casado com uma descente “nissei” desde 1966 e temos dois filhos que só nos têm dado alegrias. A minha netinha de cinco anos é como a luz que ilumina os meus dias e a mãe dela também é “nissei”.

Além disso, quando eu, engenheiro agrônomo trabalhava na Coordenadoria de Assistência Técnica Integral – CATI da Secretaria de Agricultura de São Paulo, obtive uma bolsa de estudos de quatro meses no Japão, patrocinada pelo governo japonês através da Agência Organizacional para Cooperação Técnica – OTCA daquele país, com passagens e todas as despesas atendidas, sobejamente. Esta viagem me permitiu conhecer toda a ilha principal, onde se localiza Tóquio, a capital e onde ficava a minha sede, me fez imensamente grato àquele país. Ali fiz amizades que se arrefeceram com o tempo, mas que guardarei para sempre pelo que significaram para mim.

Isto explicado, preciso lhes dizer o porque do sakurá que ora plantamos. Normalmente é uma árvore produtora de frutos. Os Estados Unidos que representam o principal produtor mundial tem uma produção anual de aproximadamente 225.000 toneladas. Os vários países que compõem a Europa ocidental representam a segunda região produtora mundial onde são plantadas de 10 a 12 espécies, variando das mais ácidas para as mais doces.

No oriente, particularmente no Japão, as variedades têm sido selecionadas pela beleza de suas flores, e não pelos seus frutos, que a maioria não produz. O Japão tem hoje, mais de 1900 variedades disseminadas pelo mundo. São originárias do Japão as cerejeiras que dão fama e beleza à capital dos Estados Unidos, Washington D.C.

No Japão de ontem, as cerejeiras de algumas regiões montanhosas como por exemplo Yoshino, no sudeste, foram alvo de poemas e associadas à corte de três imperadores, especialmente Kusunoki Masashyse.

No Japão de hoje, famoso pela beleza dos sakurás nos jardins e parques e seus festivais que, na primavera têm, cada um, sua data marcada no calendário e, quando se reúne a respectiva comunidade, são passadas horas agradáveis de comunhão e lazer prazeiroso.

Senhoras e senhores, eu lhes prometi ser breve e não abusar de vossa paciência. Agradecendo a atenção, encerro minhas palavras. Obrigado a todos."


Foto cedida - Alguns dos diversos sócios que prestigiaram o evento.

8 de fev de 2009

O Povo Brasileiro


A caminho da Praia de Coqueirinho (município de Conde, Paraíba), passamos num vilarejo onde os moradores colocam uma pequena banca para venda de frutas que cultivam nos seus quintais.

Duas crianças de pés descalsos chamaram uma senhora que saiu da casa de sapé, muito simpática e atenciosa, mas não pudemos entender bem o que dizia por lhe faltar alguns dentes na boca sofrida. A bacia com 7 mangas custava R$ 1,00, quando paguei com R$ 2,00 a idosa se esquivou com um sorriso sincero dizendo que R$ 1,00 estava bem pago.
Este é o verdadeiro caráter do povo brasileiro, bem diferente dos malandros e aproveitadores de plantão. É um bom exemplo para lembrar em momentos de baixa autoestima (agora sem hífen) quando lemos os periódicos com tantos escâncalos nos altos escalões...

6 de fev de 2009

RECIFE I

Visitamos Recife no mês de Janeiro e pude conhecer um povo muito hospitaleiro e amável no tratamento com o turista. Ficamos hospedados no Recife Monte Hotel, que fica numa região estratégica, próximo à Praça da Igreja de Boa Viagem,
a duas quadras do Mercado Municipal de Boa Viagem e do Supermercado Bom Preço. Além de estar na mesma quadra do renomado Restaurante Chica Pitanga.




SERVIÇO:
RECIFE MONTE HOTEL
Preço Internet: R$ 112,00 p/Casal (Jan/2009)
*Dica: Peça apto. nos andares já reformados (com piso frio no lugar do antigo carpete)
REST. CHICA PITANGA
Self Service de alto padrão: R$ 29,90/kg